segunda-feira, 22 de dezembro de 2003

Final de ano

MENSAGEM DE FINAL DE ANO
22 de Dezembro de 2003

Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Municipal, Senhores Deputados Municipais, Senhor Presidente da Câmara Municipal, Senhores Vereadores
Termina mais um ano político de sessões da Assembleia Municipal do Bombarral e sobre este ano poderíamos e até estivemos tentados a fazer aqui um balanço exaustivo do que esteve mal e, na nossa opinião, vai continuar a estar mal durante o próximo ano.
Mas não! ............. Decidimos não o fazer por termos chegado á conclusão de que não teríamos tempo útil este ano para acabar o rol do que está mal e das promessas concelhias e nacionais não concretizadas.
Assim, se por um lado não fazemos este balanço, por outro lado não podemos deixar de oferecer algumas prendas e desejos de Natal.
E em primeiro lugar queremos desejar um “FELIZ E SANTO NATAL” a todos os membros desta Assembleia a todos os membros da Câmara Municipal mas e principalmente a todos os Funcionários e Munícipes deste Concelho para com quem cada vez mais temos um compromisso e somos solidários porque compreendemos as suas aflições e o quanto difícil é trabalhar e, ou resolver problemas numa Câmara Municipal gerida como esta é .
Em segundo lugar, queremos deixar como prenda de Natal “O NOSSO APOIO”
O nosso apoio institucional, ao Sr Presidente da Mesa da Assembleia Municipal, pelo modo como tem conduzido as sessões, mas lembrando-o que se neste momento lhe reiteramos o nosso apoio não obstante ser de um partido diferente do nosso também lhe solicitamos e exigimos que doravante e, pela competência que lhe é atribuída pela Lei n.º 169, tome as medidas necessárias para o cumprimento escrupuloso do art.º n.º 48 da mesma lei para que se venha a verificar maior disciplina por parte de quem a esta assembleia deve esse respeito
Em terceiro lugar, queremos deixar como prenda de Natal “UMAS LUVAS”
Umas luvas, antialérgicas, para todos os que ultimamente tanto apregoam a união e tanto pedem para que todos demos as mãos como forma para resolver os problemas do Bombarral, porque só é possível dar as mãos se todos as tiverem fora dos bolsos e o PSD ou tem frio ou não quer dar as mãos a ninguém.
Em quarto lugar, queremos deixar como prenda de Natal “A NOSSA SOLIDARIEDADE”
A nossa solidariedade para com todos os “não políticos” deste Concelho e em particular com o Sr. Vice-presidente da Câmara, porque também nós, como ele (?), não temos responsabilidades pela má gestão da Câmara e também nós, como ele (?), não nos revemos nesta forma de gestão, e ainda a nossa solidariedade porque compreendemos as dificuldades que enfrenta quando vem de fim de semana ao Bombarral e não tem ninguém para o ajudar a gerir a Câmara Municipal .
Em quinto lugar, queremos deixar como prenda de Natal “ UMA AGENDA E UM SACO ”
Uma agenda e um saco para o Senhor Presidente da Câmara. Uma agenda para que possa anotar todas as promessas que faz á oposição, e ás comissões emanadas desta Assembleia quando está aflito, e um saco para colocar essas promessas de forma a que não caiam em saco roto e para que nos anos seguintes não prometa o que já prometeu e não conseguiu cumprir nos anos anteriores.
Em sexto lugar, queremos deixar como prenda de Natal “ O BOM SENSO”
O bom senso para todos nós ! – Na Câmara Municipal, na Assembleia Municipal, nas Juntas e Assembleias de Freguesia, políticos e não políticos, dirigentes e não dirigentes. Pela nossa parte temos um “Compromisso com o Bombarral”.
E pelo Bombarral votaremos sempre em paz com a nossa consciência sem medo e plenos da razão que ao longo do tempo nos dá razão antes de tempo.
Para o PSD e para oposição lembramos neste final de ano e a menos de 21 meses das próximas eleições autárquicas que não se esqueçam de que :
A TRÁZ DE TEMPO, TEMPO VIRÁ !
Um santo e feliz Natal para todos os presentes e ausentes.

sexta-feira, 28 de novembro de 2003

Revisão orçamental 2003

REVISÃO ORÇAMENTAL 2003
28 de Novembro de 2003

Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal
Discutimos hoje, esta revisão orçamental porque V.Ex.a e o seu executivo não quiseram ou não tiveram a coragem política para apresentar um orçamento para 2003.
V. Ex.a senhor Presidente da CM e o seu executivo sabem que se atempadamente, como prometeram em várias reuniões com a oposição, têm apresentado um novo orçamento para 2003 a esta Assembleia, o mesmo teria sido alvo de muita discussão mas por certo com concessões mutuas o mesmo estaria aprovado e hoje não estaríamos aqui a discutir a aprovação ou não desta revisão orçamental, estaríamos isso sim aqui a discutir o orçamento e opções do plano para 2004.
Ao longo do mandato de V.Ex.a muitas decisões erradas, não sabemos bem se por intenção ou por defeito, tem sido tomadas nomeadamente na forma como tem conduzido os processos autárquicos em que V.Ex.a e o PSD necessitam do apoio da oposição para além do Partido Socialista.
V.Ex.a Senhor Presidente da CM e o seu executivo tem conduzido este agora processo de revisão orçamental de uma forma errónea e na nossa opinião a raiar o limite da arrogância política de uma maioria que V.Ex.a e o seu partido já não tem no Concelho do Bombarral.
V.Ex.a Senhor Presidente da CM, por oportunismo político, ou talvez até porque traído pelos do seu próprio partido, tem permitido que no exterior da Câmara surjam as mais erradas e divergentes opiniões sobre as consequências reais da aprovação ou não aprovação desta revisão orçamental.
V.Ex.a permitiu que o bem estar social e emocional de alguns funcionários fosse alterado,
V.Ex.a permitiu que quer alguns funcionários da CMB, quer os sindicatos com alguma representação na CMB, transformassem uma mera e normal revisão orçamental num “circo teatral dramático” em provocante ruptura entre os trabalhadores e a oposição.
V.Ex.a Senhor Presidente da CM, deixou que os sindicatos representados na CMB impunemente imputem culpas desta situação ao governo nacional do seu e do meu partido.
Mas se V.Ex.a Senhor Presidente da CM e o PSD do Bombarral não desmentiram estas afirmações sindicais nós enquanto partido no governo desmentimos e afirmamos publicamente que o governo de que faz parte o CDS/PP é totalmente alheio a esta situação preocupante criada unicamente por V.Ex.a Senhor Presidente da CM e pelo seu executivo partidário.
Senhor Presidente da Câmara, se a intenção de V.Ex.a e do partido que o elegeu era dramatizar e transportar para esta Assembleia a responsabilidade de disponibilizar ou não os pagamentos dos vencimentos dos funcionários, nesta época natalícia, pela nossa parte dizemos já aqui aos funcionários da CMB que os seus vencimentos serão disponibilizados e nunca sequer estiveram em risco de o não serem .
Não aprovamos o modo como V.Ex.a conduziu toda esta situação, porque sabemos que a CMB tem disponibilidade e capacidade financeira neste momento para efectuar o pagamento dos vencimentos e subsídios de natal aos funcionários.
Assim, e uma vez mais, testemunhamos hoje, a forte capacidade manipuladora deste executivo para “sacudir a água do capote” e, afirmamo-nos convictos que quer esta Assembleia aprove ou não esta revisão orçamental os vencimentos dos funcionários serão pagos, possivelmente não hoje mas durante a próxima semana.
Todos, no CDS/PP, temos a certeza que V.Ex.a Senhor Presidente da CM tem errado no modo e na condução de alguns assuntos do maior interesse para o desenvolvimento do Concelho do Bombarral, ao não dar ouvidos a algumas das muitas criticas da oposição.
Todos no CDS/PP concordamos que é urgente mudar e V.Ex.a Senhor Presidente da CM tem que mudar, para seu bem para bem de todos nós para bem do Concelho do Bombarral.
Assim, senhor Presidente da CM se o seu partido não quiser mudar o modo de gerir o Bombarral está V.Ex.a ainda a tempo de se juntamente com a oposição assumir um Compromisso real e verdadeiro com o Bombarral.
Acredite V.Ex.a Senhor Presidente da CM que estamos convictos que V.Ex.a foi apanhado numa guerra interna do seu partido e, agora quer, e está no seu direito, tirar partido político desta situação.
Mas desde já lhe garantimos que não será á custa do CDS/Partido Popular que aqui representamos.
Senhoras e Senhores Deputados Municipais,
Esta Assembleia poderá aprovar ou reprovar esta revisão orçamental mas, nem o Senhor Presidente da CM nem o partido que o sustenta, nem outros dirão que o CDS/PP inviabilizou ou viabilizou esta revisão, não pomos em causa um direito fundamental de todos os trabalhadores, o direito á retribuição mas também não aceitamos pressões externas ás nossas decisões.
Senhor Presidente da CM, Senhores Vereadores do PSD
Temos afirmada desde a nossa recente Convenção Autárquica do Bombarral, que o CDS/PP perdoa mas não esquece.
E aqui uma vez mais afirmamos que contrariamente ao que alguns gostariam, o CDS/PP no Bombarral não é um partido á deriva.
É um partido a uma só voz, é um partido com rumo, é um partido de autarcas que são responsáveis, tem opinião e não estão amordaçados, e é um partido que responsavelmente “Assumiu um Compromisso com o Bombarral” e que assume os compromissos que toma, para mais tarde aos seus eleitores prestar contas.
Demonstrámos o nosso descontentamento no Plenário da Câmara Municipal tendo o vereador eleito nas listas do CDS/PP assumido uma posição e votado contra esta revisão orçamental.
Mas, nunca fomos, não somos nem seremos entrave na resolução de qualquer problema preocupante e fundamental para o Concelho do Bombarral.
Por isso Senhor Presidente da CM assuma um compromisso de contenção orçamental para 2004 que nós aqui hoje não seremos entrave a esta revisão e dar-lhe-emos o beneficio da duvida, mais uma vez, até ao próximo orçamento.
É apenas um Bombarral mais moderno, mais eficiente, mais competente, mais poupado e sobretudo mais dinâmico perante os desafios do futuro que o CDS/PP quer

terça-feira, 11 de novembro de 2003

Ano Europeu das pessoas com deficiência

MENSAGEM SOBRE O ANO EUROPEU DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
Novembro de 2003
Ex. mo Senhor Presidente da Assembleia, Presidente do Município, Vereadores, Senhoras e Senhores Convidados, Caros Colegas, Minhas Senhoras e meus Senhores
Pela Decisão 2001/903/CE, de 3 de Dezembro de 2001, o Conselho da União Europeia proclamou o ano de 2003 como o “Ano Europeu das Pessoas com Deficiência ".
Esta Decisão respeita os direitos fundamentais e observa os princípios reconhecidos, nomeadamente na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia e em especial visa promover a aplicação dos princípios da não discriminação e Integração das pessoas com deficiência.
Cada Estado - membro é responsável pela coordenação e execução, a nível nacional, das acções referidas na presente decisão.
Este ano de 2003 é também o do 10º Aniversário da adopção pela Assembleia Geral das Nações Unidas das Normas para a Igualdade de Oportunidades das Pessoas com Deficiência.
Bonitas decisões e bonitas palavras se igualdade porventura fosse o dia a dia de um cidadão deficiente.
Promover a igualdade de direitos entre homens e mulheres com deficiência; Melhorar a divulgação dos meios e recursos disponíveis que permitam às pessoas com deficiência a livre escolha do seu modo de vida e promover uma representação positiva destas.
Tudo isto é muito bonito e é dito ao longo dos anos pelos responsáveis com poder de decisão estatal, governamental e autárquico mas infelizmente na grande maioria dos casos não passa de vãs palavras.
Ano Europeu das pessoas com deficiência é todos os anos, pois todos somos cidadãos do mesmo País e do mesmo Mundo, somente somos diferentes na forma de estar e encarar e passar pela vida.
Por muitas barreiras arquitectónicas, e não só, que existam, importante é sem margem para duvida uma mudança de atitudes da sociedade em geral face às reais potencialidades das pessoas com deficiência, garantindo também o Estado os governos e as Autarquias a sua maior participação na vida social, económica e cultural das comunidades a que pertencem.
Um Estado que não cuida dos seus jovens, dos seus velhos e dos seus cidadãos deficientes não é um estado preocupado nem ao serviço de uma nação
Desejamos, assim, que haja um maior envolvimento a nível local e nacional de todos aqueles que se preocupam e trabalham neste domínio, consideramos muito importante que se conjuguem esforços e sinergias para a concretização conjunta de actividades que contribuam para a maior sensibilização e consciencialização da Sociedade, no seu todo, em prol de todos os cidadãos com ou sem deficiência.
Existe actualmente a nível nacional uma Campanha chamada “Escola Alerta” que tem por Objectivo de sensibilizar os jovens do Ensino Básico e do Ensino Secundário para os objectivos do Ano Europeu das Pessoas com Deficiência 2003.
Se com esta campanha se pretende mobilizar a Juventude para a concretização e estudo de um quadro de acessibilidades, quer através do combate às barreiras arquitectónicas e outras, que dificultam as acessibilidades das pessoas com deficiência, e em particular as invisuais e as afectadas por deficiência motora, quer pela procura de soluções para a eliminação das barreiras da comunicação;
Por outro lado deve o estado e as Autarquias em geral e a do Bombarral em particular fazer o Inventário das barreiras “arquitectónicas” (degraus, pilaretes, buracos no passeio) e das barreiras da comunicação existentes na respectiva área de habitação (bairros ou aldeias), em serviços públicos, estabelecimentos comerciais, colectividades e clubes, etc., e promover e acompanhar as medidas que eliminem essas barreiras arquitectónicas..
E verificando-se a existência de dificuldades financeiras para tal eliminação, diligenciando junto de uma ou mais entidades, singulares ou colectivas privadas ou públicas para que solidariamente contribuam para o financiamento das obras necessárias ou para que com o seu trabalho e materiais as realizem e em conjunto façam a concepção de projectos de solução, no combate às barreiras arquitectónicas e da comunicação.
Para finalizarmos esta nossa intervenção, queremos ler uma petição que desde já vos pedimos para assinar e que, mais do que as palavras de todos nós só demonstra que:
“ O Homem pensa mas nem sempre a obra acontece “
Exmº Senhor, Dr. Jorge Fernando Branco de Sampaio - Presidente da Républica Portuguesa;
Reverendissimos Bispos Portugueses;
Exmº Senhor, Dr. João Bosco Soares Mota Amaral - Presidente da Assembleia da Républica Portuguesa;
Exmº Senhor, Dr. José Manuel Durão Barroso - 1º Ministro do Governo da Républica Portuguesa;
Exmº Senhores Presidentes dos grupos Parlamentares;
Exmºs Senhores Deputados;
Exmºs Senhores Cidadãos da Républica Portuguesa;
ExmºSenhores Cidadãos do Cyber-espaço;
Exmº Senhor Director do Colegio D. Diogo de Sousa - Braga.
Sou mãe de dois filhos. O João e o Duarte. O João frequenta há seis anos, desde os três anos de idade, o Colégio Católico, D. Diogo de Sousa, em Braga
No dia 18 de Novembro reuni com o Chefe de Gabinete do Colégio para o informar sobre as particularidades do meu filho mais novo que queria, tal como o João, matricular naquele colégio.
O Duarte tem trissomia 21. É um menino simpático, sorridente que já começou a andar e não exige meios alternativos de comunicação, nem impõe ao colégio qualquer adaptação material ou recrutamento de docentes especializados. Os docentes especializados são colocados pela Direcção Regional de Educação, pelo que não constituem gastos acrescidos para o Colégio.
O Chefe de Gabinete, disse-me que, em princípio, não existiria qualquer tipo de problema, até porque já tinham tido alunos com deficiência. Pediu, no entanto, oito a dez dias, para, depois de reunir com o Senhor Director, me dar uma resposta.
Deixou passar dois meses. Deixou abrir o período de matrículas. Eu é que não podia deixar esgotar as vagas.
No dia 7 de Janeiro, fui matricular o Duarte. Na secretaria, na presença de outros pais, ouvi: - O SEU FILHO É DEFICIENTE. Temos ordens superiores para não aceitar a matrícula.
Exigi falar com o Senhor Director. No dia seguinte, o Padre Marques, disse: - Fui eu que não aceitei. Sou o director e reservo-me o direito de seleccionar os alunos. O SEU FILHO É DEFICIENTE. NÃO QUERO DEFICIENTES NO COLÉGIO. Já tivemos, mas, agora não quero.
Se isto não é discriminação, é o quê? O senhor director não pediu um único elemento de avaliação, nem quis ver o meu filho. Como pode agora desculpar-se, dizendo que o colégio não tem condições? De que condições fala o Senhor Director? O Colégio D. Diogo de Sousa é um dos melhores colégios da cidade. Por favor, ajudem-me. Por favor, não deixem que no século XXI, no ano europeu do cidadão com deficiência, quem quer que seja, onde quer que seja, possa ser agredido com a frase: “O SEU FILHO É DEFICIENTE. E EU NÃO ACEITO DEFICIENTES”!!!!
Recolha de Assinaturas
Serve o presente documento para manifestar o mais vivo repúdio pela atitude do Director do Colégio D. Diogo de Sousa em Braga, por ter recusado a matrícula a uma criança, de três anos, com Trissomia 21.
Lamentamos e pedimos a sua demissão, assim como exigimos um pedido de desculpas públicas à família e ao País que envergonhou.
Servirá ainda o presente documento para lembrar que ninguém, em nenhuma parte do mundo, em nenhum local, público ou privado, possa dizer: NÃO ACEITO DEFICIENTES.
Este é o ano europeu do cidadão com deficiência. Este é o ano para iniciarmos umas conversas adiadas sobre universalidade e respeito por todos e cada um de nós.
Ângela Leite – A mãe do Duarte que vos suplica ajuda!!!
Cidadã Portuguesa com o Bilhete de Identidade 8590272
Telefone 253624034 leite.marinho@oninet.pt

sexta-feira, 26 de setembro de 2003

Verbas Leilão de Vinhos - requerimento

VERBAS DOS LEILÔES DE VINHOS
26 de Setembro de 2003

REQUERIMENTO

Ex.mo Senhor Presidente da Mesa, Senhores Secretários, e Senhores Deputados Municipais

A Câmara Municipal do Bombarral, através da organização do 19º Festival do Vinho realizados em 2002, promoveu durante o certame um leilão de venda de vinhos..
Durante o leilão, foi dado conhecimento pelos responsáveis, que a comissão de 5% da leiloeira e uma comissão de 10% por parte do preço do comprador, reverteriam a favor da Comissão de Jovens e Crianças em Risco do Concelho do Bombarral.
Não tendo o Partido Popular até esta data conhecimento da apresentação das contas das verbas apuradas no referido leilão, nem que a dita comissão tenha recebido essa verba.
Não restam, assim, para nós quaisquer duvidas que este episódio é mais um dos muitos, que na realidade acontecem na Câmara Municipal e demonstram a desorganização e a forma como as finanças desta Autarquia são geridas, no geral e em particular as contas do Festival do Vinho.
Assim, pela competência que nos é conferida pela alínea c) do n.º 1 do artigo 53º e ao abrigo da alínea f ) também do n.º 1 do mesmo artigo da Lei 169/99 .
REQUERIMENTO
Requer-se á Câmara Municipal que informe esta Assembleia Municipal e em particular a bancada do Partido Popular, qual o valor total apurado no Leilão de vendas de vinhos referentes ao 19º Festival do Vinho, qual o valor referente ao montante de comissões apuradas, e qual o destino dado a essas comissões, assim como se requer o conhecimento as verbas e das comissões do leilão de vinhos do 20º Festival do Vinho, que verteriam a favor do Lar da 3ª Idade.

Verbas Leader - Requerimento

APLICAÇÃO DE VERBAS DA LEADER II
26 de Setembro de 2003

REQUERIMENTO

Ex.mo Senhor Presidente da Mesa, Senhores Secretários, e Senhores Deputados Municipais

Parque de Campismo Rural do Picoto
A Câmara Municipal do Bombarral projectou e orçamentou a construção do parque de campismo do picoto em 377.171 € com a comparticipação do FEOGA através do LEADER II de 137.170 € .
Os portões principais foram roubados, dos 2 edifícios construídos as janelas, em alumínio, foram roubadas, os vidros foram partidos, as portas foram arrombadas, os sanitários foram uns roubados e outros partidos, a instalação eléctrica foi arrancada e vandalizada os telhados apresentam já locais onde foram roubadas as telhas o que nos dá a garantia das restantes brevemente seguirem o mesmo caminho
Só podemos concluir que para além de projectar, orçamentar e receber a comparticipação também abandonou a construção que iniciou
Assim, pela competência que nos é conferida pela alínea c do n.º 1 do artigo 53º e ao abrigo da alínea f também do n.º 1 do mesmo artigo da Lei 169/99 :
REQUERIMENTO
Requerermos que a Câmara Municipal informe esta Assembleia Municipal e, os eleitos do Partido Popular em particular, por escrito, da forma como foi aplicada a comparticipação atribuída pelo programa LEADER II das condições que levaram a este estado de abandono do projecto de construção do parque de campismo rural do Picoto e das medidas que tomou ou vai tomar para evitar mais roubos e vandalismo.

Parque de Campismo do Picoto - Proposta

PARQUE DE CAMPISMO RURAL DO PICOTO
26 de Setembro de 2003

PROPOSTA

Ex.mo Senhor Presidente da Mesa, Senhores Secretários, Senhores Deputados Municipais

“Este podia ser um anúncio de promoção em qualquer lugar do Parque de Campismo Rural do Picoto”
Se procura um parque de campismo calmo, espaçoso, situado mesmo no campo?
Venha para o nosso parque !
O nosso parque simplesmente vandalizado e habitado por ratos do alheio oferece - lhe as melhores condições.
Este Parque do Concelho do Bombarral garante a quem o visitar muitas surpresas, ambiente maravilhoso, vidros partidos, sanitários destruídos, instalação eléctrica vandalizada, janelas roubados, telhados sem telhas.
Este exemplo de modernidade são uma garantia para uma bela e fantástica visita.
O nosso parque dá a garantia de se entrar bem e sair em stress num ambiente rústico e privado.
Agradecemos que confirme com alguma antecedência a sua reserva pois se se atrasar pode já nem isto encontrar.

Parque de Campismo Rural do Picoto
Depois de muitas promessas eleitorais, a Câmara Municipal do Bombarral projectou e orçamentou a construção do parque de campismo do picoto em 377.171 € com a comparticipação do FEOGA através do LEADER II de 137.170 € .
Assumiu assim a recuperação e restauro de uma zona, que temos no concelho pouco divulgada, como complemento turístico e no âmbito da política de desenvolvimento rural e de requalificação do Planalto das Cezaredas .
Este parque de campismo, que para além de ter como referência o turismo rural, deveria aproveitar o património cultural existente nas suas imediações, como o miradoiro do picoto, o castro da Columbeira, as grutas do Vale do Roto, a ponte romana do Pó, etc .., que se deviam integrar num projecto mais vasto de requalificação de todo este património e zona do concelho.
Este parque de campismo que devia ter o objectivo de proporcionar aos bombarralenses e a todos os que nos visitam um equipamento público destinado a possibilitar a ocupação dos seus tempos, nomeadamente nos fins de semana e férias, encontra-se em total estado de degradação e abandono.
Senão vejamos :
Os portões principais foram roubados, dos 2 edifícios construídos as janelas, em alumínio, foram roubadas, os vidros foram partidos, as portas foram arrombadas, os sanitários foram uns roubados e outros partidos, a instalação eléctrica foi arrancada e vandalizada os telhados apresentam já locais onde foram roubadas as telhas o que nos dá a garantia das restantes brevemente seguirem o mesmo caminho. (anexo 1, fotografias ilustrativas do estado do parque de campismo)
Estamos, logicamente, a falar de património concelhio e de dinheiro público, a comparticipação camarária neste projecto é de 240.000 € ou seja ( 48.100 contos ), ao que sabemos, mas podemos estar errados e se o estivermos pedimos desde já desculpa por esta incorrecção, a Câmara Municipal recebeu já a comparticipação do LEADER II no valor de 137.171 € ou seja ( 27.500 contos ).
Assim, não obstante em (anexo 2) requerermos que a Câmara Municipal informe esta Assembleia Municipal e, os eleitos do Partido Popular em particular, por escrito, da forma como foi aplicada a comparticipação atribuída pelo programa LEADER II das condições que levaram a este estado de abandono do projecto de construção do parque de campismo rural do Picoto e das medidas que tomou ou vai tomar para evitar mais roubos e vandalismo.
Pela competência que nos é conferida pela alínea m) do n.º 1 do artigo 53º da lei 169/99 solicita-se a esta Assembleia Municipal a aprovação da seguinte:
PROPOSTA
Como meio de desenvolvimento turístico, e promoção no exterior que se pretende para o Concelho do Bombarral e para gáudio dos campistas, nacionais e estrangeiros, que não dispõem de uma estrutura deste género no litoral oeste.
Propomos a esta Assembleia que recomende á Câmara Municipal que tome as medidas necessárias para :
1. Evitar mais actos de vandalismo no parque de campismo do picoto, salvaguardando assim o equipamento ainda existente;
2. Reiniciar as obras de construção do parque de campismo do Picoto;
3. Promover um plano de obras e trabalhos que permita que o parque tenha as condições mínimas de utilização e ocupação já no verão de 2004, como forma de obter contrapartidas monetárias que possam aligeirar o investimento;
4. Proceder á limpeza e recuperação das acessibilidades ao parque, assim como do miradouro do picoto e castro da Columbeira, bem como a requalificação de toda a área envolvente;
5. Proceder a Integração do parque rural nos roteiros especializados;
6. Reprojectar, se possivél, e executar a obra pensando em termos de respeito ambiental, integrando os edifícios ainda a construir numa cota abaixo do solo;
A salvaguarda e promoção turística do património do Concelho do Bombarral é uma obrigação de todos nós mas, principalmente uma obrigação da Câmara Municipal para com todos os munícipes e em particular, neste caso, é uma forma de promover o desenvolvimento e proliferar condições de riqueza ás populações residentes
ESTA É UMA PROPOSTA QUE VISA A PROMOÇÃO TURISTICA E PATRIMONIAL DO CONCELHO DO BOMBARRAL E O DESENVOLVIMENTO E CRIAÇÃO DE RIQUEZA.
O que foi feito até hoje ?

Plano Municipal de Ordenamento da Floresta - Proposta

MAIS VALE A CÂMARA PREVENIR DO QUE REMEDIAR
26 de Setembro de 2003

PROPOSTA
A razão desta nossa proposta assenta como uma chamada de atenção á Câmara Municipal, ás Juntas de Freguesia e a todos nós para um problema que infelizmente só desperta as consciências quando as "televisões", os "jornais" e as "rádios" lhes concedem tempo de antena.
Nessa altura, quando os incêndios acontecem, todos com ar mais do que preocupado, mostramos a solidariedade para com as vítimas, ouvindo-se mais uma série de promessas que, entretanto, são esquecidas até ao próximo Verão, altura em que se volta a dizer o mesmo, pois "a memória é curta".
Portugal viu arderem milhares de hectares de floresta, entre 1980 e 2003 arderam mais de 2,6 milhões de hectares, isto num país que tem uma área florestal de 3,3 milhões de hectares.
Felizmente o nosso Concelho tem sido, poupado a esta catástrofe nacional, talvez porque da área total do Concelho, 56,34 km 2 estão afectos à agricultura e só cerca de 0,66 km 2 ao uso florestal.
No entanto entre 1 de Janeiro e 24 de Agosto de 2003, arderam 8,89 hectares de floresta e 9,55 hectares de mato, tendo o corpo de bombeiros tido em igual periodo 56 chamadas para incêndio.
O coberto florestal que actualmente existe no Bombarral é uma ínfima amostra da outrora luxuriante floresta que o recobria. Actualmente, apenas aqui e ali subsistem pequenos vestígios da vegetação natural, existindo em maior número na parte Noroeste e Nordeste do Concelho.
As espécies florestais existentes no Concelho apresentam formas características do clima mediterrânico. A presença de exemplares dispersos de Azinheira em ambientes secos, do Sobreiro e do Carvalho Cerquinho em ambientes mais húmidos (nas linhas de água), leva a crer que o bosque primitivo fosse constituído por povoamentos arbóreos de Carvalhos. Em várias zonas do Concelho, outrora coberto por extensos bosques de freixos, apresentam hoje uma paisagem agreste, resultado da lenta mas inexorável acção humana.
O coberto vegetal é constituído por vegetação rasteira e alguns pinheiros esporádicos.
Por invasão natural da vegetação, alguns terrenos impróprios para a agricultura, devido ao elevado número de afloramentos rochosos de lapiás de calcário, ganharam um povoamento arbustivo característico – o Carrascal. Este tipo de coberto pode chegar a assumir a forma de pequenas manchas de mato no seio dos campos de cultivo que ajudam a criar diversidade biológica e a aumentar o valor natural das áreas onde se encontram.
Na Serra do Picoto coexistem, com a vegetação natural da região, espécies como o Pinheiro-Bravo, Giesta Comum que se insere em sebes, matos e bosques e o Carrasco ou Carrasqueiro que se desenvolve nos sítios mais secos. No meio da encosta, em locais mais abrigados encontramos rosmaninho e tamargueira.
Esta paisagem serrana é praticamente o limite administrativo que separa os concelhos do Bombarral e da Lourinhã.
Em suma, a Azinheira, o Sobreiro, o Carvalho Cerquinho, o Carrasco, o Sanguinho, a Ruiva-brava e o Espargo branco são então do que resta da vegetação natural florestal e arbórea potencial deste Concelho.
Existem um outro tipo, menos representados ou menos característicos, como os pinhais e eucaliptais que, tratando-se o eucalipto de uma espécie de crescimento rápido, é actualmente frequente o recurso ao plantio desta espécie por permitir um retorno financeiro significativo em curto espaço de tempo.
Merece especial referência a erosão intensa agravada sobremaneira pela inexistência de coberto vegetal adequado e acrescida pela utilização excessiva de espécies, como o eucalipto, que provocam uma aceleração do empobrecimento do solo, com exaustão dos recursos frenéticos, facilitando assim a erosão.
Este plantio florestal, na nossa opinião, erróneo impossibilita outras culturas nas zonas onde se instala, tornando-se alvo fácil de mãos criminosas, com consequências ambientais de forte impacte negativo, dado ser facilmente consumido pelo fogo.
Nas encostas declivadas do Concelho, existe um coberto arbustivo de grande importância e que urge preservar a todo o custo, pois a sua destruição implica o desnudar destes terrenos, com grande aumento da erosão e, provocando a jusante o assoreamento da Lagoa de Óbidos.
Assim o nosso mato e a nossa pouca floresta, ( incluindo a mata municipal), nada ordenada, onde se verificam graves deficiências de acessos que onde existem, denotam algum abandono por parte de quem tem o dever de os manter transitáveis, e a limpeza que também não existe associada ao acidentado do terreno é altamente propiciador ao deflagrar e à propagação dos fogos.
Ø Esta nossa iniciativa quer enquadrar uma preocupação legítima de todos os bombarralenses residentes ou não, que todos os anos se vêm confrontados com a destruição pelo fogo de áreas de matos e floresta, sendo diversas vezes apontada a ineficiência e a descoordenação de meios como sendo a causa principal da dimensão que estes incêndios adquirem...
No entanto todos sabemos que a grande maioria dos fogos nos matos e florestais tem razões económicas subjacentes e que na maioria dos casos tem a ver com a substituição do pinhal pelo eucaliptal.
A máxima normalmente utilizada que a origem dos incêndios ou é desconhecida ou começou por obra do demónio, ou foi negligência, é pelos vistos falsa, o que temos é de facto muito dinheiro em causa que é utilizado sem respeito por ninguém, incluindo ás vezes próprias vidas humanas.
E aqui entram também os aproveitadores do negócio do fogo, desde os que se movimentam em torno da possivél construção nesses terrenos até aos negócios com a madeira ardida.
O facto de não existir uma política de rearborização das áreas ardidas, permite aos proprietários dos terrenos fazer tudo o que querem, sem respeito pela lei em vigor, visto que também não há quem fiscalize.
Aqui a responsabilidade é do governo, mas também das autarquias que não executam a lei e, ela só existe se de facto for aplicada, como nesta temática de fogos nos matos e na floresta a que existe não é aplicada, o resultado final é o que está à vista de todos nós.
Os matos e a floresta privada e pública existem praticamente sem qualquer tipo de gestão, senão vejamos:
· O proprietário publico ou privado não limpa os matos e a floresta;
· O proprietário publico ou privado não desrama as árvores da sua floresta;
· O proprietário publico ou privado não desbasta selectivamente;
· O proprietário publico ou privado não retira as árvores doentes, dominadas, decrépitas, mortas, tortas etc...;
Como forma de inverter algumas destas situações, é importante que a Câmara Municipal assuma as suas competências em termos de verificação e fiscalização do estado potencial de risco que exista nos matos e espaços florestais do concelho;
Os proprietários procedam á limpeza dos seus matos e terrenos florestais;
O Corpo de Bombeiros Voluntários tenha uma maior envolvência ao longo de todo o ano em tarefas ligadas à verificação do potencial risco de incêndio de matos e floresta;
Caso não exista ainda, que seja criada a CEFF (Comissão Especializada de Fogos Florestais) municipal e que a mesma funcione em conjunto com o corpo de bombeiros;
De uma forma geral as empresas exploradoras de madeira no Concelho contribuam para a prevenção e manutenção dos caminhos florestais, e caso não o façam não as deixar tirar partido da oferta de madeira queimada a baixo custo;
Seja criado um Plano Municipal de Ordenamento da Floresta que estabeleça critérios de ordenamento e infra estruturação dos espaços e que discipline os interesses individuais, por mais legítimos que estes possam ser;
Se estas acções forem implementadas concerteza os proprietários verão os seus rendimentos aumentarem na proporção do seu empenhamento.
Ø Mas se estes são alguns dos problemas é, no nosso entender, necessário implementar algumas soluções que, no entanto, necessitam tão só que os responsáveis tenham vontade e assumam as suas responsabilidades aplicando a lei, tão só a lei.
PROPOSTA
Assim, na defesa dos reais interesses do Concelho do Bombarral, propomos que esta Assembleia recomende á Câmara Municipal do Bombarral, como forma preventiva que :
a) Os proprietários florestais sejam responsabilizados pela ausência de limpeza das suas parcelas florestais; ( estão previstas na lei coimas de 200 Euros a 2500 Euros para quem não o faça )
b) A Câmara e as Juntas devam ser individualmente responsabilizadas pela ausência de limpeza dos baldios das áreas que lhes estão adstritas;
c) As Câmara Municipal e o Corpo de Bombeiros comecem a fiscalizar e notificar os proprietários que não limpam as suas parcelas e que muitas das vezes são os primeiros a acusar os corpos de bombeiros de inoperacionalidade;
d) Conjuntamente com o corpo de bombeiros colabore na identificação de situações de risco e na operacionalidade das infra estruturas de combate aos incêndios (abertura e limpeza de estradões, aceiros, pontos de água, pequenos açudes, etc...) sendo este trabalho preferencialmente executado durante o Outono, Inverno e Primavera, de forma a que quando se iniciar o Verão tudo esteja operacional a fim de que os equipamentos e as vidas dos bombeiros não sejam colocadas em risco em caso de incêndio;
e) Discipline o regime de monocultura do Eucalipto no concelho e, principalmente nos locais onde este espécie não está aconselhada, pois a relação causa efeito dos incêndios florestais em áreas de pinheiro tem quase sempre subjacente a sua substituição por Eucalipto (veja-se o que se tem passado nas áreas ardidas nos incêndios nacionais);
f) Procure meios e encontre formas para implementar incentivos à plantação de espécies que embora de desenvolvimento mais lento, são de grande rentabilidade castanheiro, carvalhos de várias espécies, vidoeiros, abetos, etc...).
g) Crie um Plano Municipal de Ordenamento da Floresta
Estamos em crer que estas medidas preventivas muito influenciaram pela positiva, numa primeira fase, para a possibilidade de redução quer de fogos quer de área ardida.
Numa segunda fase contribuiria para um correcto ordenamento florestal aplicando-se aqui uma silvicultura preventiva que a todos os proprietários florestais traria elevados rendimentos.
Se assim não for, lembraremos apenas, citando alguém que se referia desta forma aos cuidados a ter com a floresta, "... que nos ouçam enquanto é tempo e que se evite assim um mal irremediável são votos de quem ainda tem os olhos cheios com a imagem dos incêndios de há mais de 20 anos vimos repetir".

Grutas Vale do Rôto - Proposta

GRUTAS DO VALE DO RÔTO
26 de Setembro de 2003

PROPOSTA
O Bombarral é rico em locais de interesse arqueológico. Através dos vestígios encontrados, sobretudo na área do Vale do Roto, pensa-se que a fixação humana nesta zona remonte aos primórdios da pré-história. Parte do espólio encontrado está exposto na sala de Arqueologia do Museu Municipal do Bombarral.
Ao visitarmos a sala de arqueologia do Museu do Bombarral, sentimos vontade de visitar o local de onde vieram tão importantes artefactos .
Mas, ao chegarmos ao local é esta a desolação que encontramos : um local sujo sem acessos e sem condições para que se possa visitar
Este local maravilhoso de evidente interesse turístico, com interiores que deslumbram quem os visite tem que ser salvaguardado .
A salvaguarda e promoção turística do património Arqueológico do Concelho do Bombarral é uma obrigação de todos nós mas, principalmente uma obrigação da Câmara Municipal para com todos os munícipes e em particular, neste caso, para com a Freguesia da Roliça – a divulgação deste património e a criação de condições de acesso para a visita ás grutas do Vale do Roto é urgente – e é uma forma de promover o desenvolvimento e proliferar condições de riqueza ás populações residentes
Ø Chega de marasmo e promoção pessoal, o importante é promover, no exterior, as reais capacidades turistas e culturais do Concelho do Bombarral.
1. Existem fundos comunitários disponíveis para a realização desta obra. Para isso basta que a Câmara tenha competência e vontade para formular a candidatura.
Assim é Urgente que a Câmara Municipal tome medidas e, nesse sentido PROPOMOS que esta Assembleia recomende á Câmara Municipal do Bombarral que:

Ø Limpe o exterior das grutas convenientemente
Ø Crie condições de acesso ás grutas, nomeadamente escadas com segurança para se atingir as grutas.
Ø Embeleze o exterior das grutas convenientemente, sem exageros.
Ø Ilumine as grutas convenientemente, no exterior e no interior.
Ø Proteja as grutas e o seu acesso de actos de vandalismo.
Ø Divulgue no País e no Estrangeiro este património milenar de beleza natural que já foi habitado pelos nossos antepassados.
ESTA É UMA PROPOSTA QUE VISA PARA ALÉM DA RECUPERAÇÃO E DIVULGAÇÃO TURISTICA E PATRIMONIAL DO CONCELHO DO BOMBARRAL O DESENVOLVIMENTO E CRIAÇÃO DE RIQUEZA QUE AFECTE A POPULAÇÃO LOCAL.
Na defesa do Bombarral, pela Mudança necessária

Derrama 2003

DERRAMA
26 de Setembro de 2003

DECLARAÇÃO DE VOTO

Devem os eleitos para aprovar uma proposta de derrama ter conhecimento e saber sempre fim especifico para a utilização e aplicação da mesma .
No entanto, verifica-se que mais uma vez e pelo 4º ano consecutivo a proposta de lançamento de uma derrama de 10% sobre o IRC não se destina a uma aplicação especifica, mas sim a um reforço de uma capacidade financeira abstracta.
Assim e pelo exemplo da não aplicação especifica da derrama como tem acontecido em anos anteriores não podem os eleitos do Partido Popular aprovar esta proposta de derrama pelo que votam contra a proposta apresentada.

quinta-feira, 25 de setembro de 2003

Conferência de Imprensa

O ESTADO DAS COISAS
25 de Setembro de 2003

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

CAROS AMIGOS
Esta Conferência sobre “O ESTADO DAS COISAS” é na prática mais uma conversa de analise, tipo para lembrar mais tarde, sobre a gestão autárquica do Bombarral nos últimos 10 anos .
E nesse sentido é um recordar assente na seriedade, na objectividade e no rigor quanto à acção autárquica desenvolvida pelo executivo dos últimos 10 anos.
Assim, sabendo que se apresentam já alguns membros deste executivo camarário com um forte pendor pré-eleitoral como se pode verificar pelas recentes tentativas de branqueamento de algumas situações de gestão anterior, pelos auto-elogios e pelo anunciar de promessas de realização algumas obras por parte de políticos indirectamente ligados ao executivo.
Pela parte do Partido Popular, não temos uma visão catastrófica do ESTADO DAS COISAS.
Mas estamos convictos que nestes 10 anos se poderia e deveria ter feito mais e melhor e que não chega o enfeite com algumas penas de pavão, como o sejam, o anúncio de algumas obras públicas para se realizarem não se sabe bem quando nem como para esconder os erros cometidos.
E não temos dúvidas de que não é com auto-elogios nem com a “ampliação” da obra feita, nem com promessas passadas e futuras que se esconde a realidade do que foi mal feito e daquilo que se deixou de fazer por inoperância ou por falta de vontade política de quem manda.
O executivo pode continuar a vender a tese do oásis, pode beneficiar até de um julgamento ainda benévolo por parte de alguns sectores que são levados a confundir crescimento com desenvolvimento, mas não altera a realidade e o mal estar que se verifica em muitos sectores do tecido empresarial local e dos munícipes em geral.
A verdade é que não se podem esquecer omissões flagrantes do executivo em matérias estruturantes, de que é exemplo o facto de durante estes anos não se ter quase avançado com a reforma do PDM, com o Plano de Desenvolvimento Estratégico do Concelho, com o Plano de Urbanismo da Vila do Bombarral e nas Freguesias com o Plano de Salvaguarda do Carvalhal da Columbeira e Vale do Roto, fundamentais para a concretização de outras reformas necessárias ao progresso, ao desenvolvimento económico e á criação de condições para o crescimento da riqueza das populações locais.
Tal como não pode ser omitido nem confundido endividamento com desenvolvimento se o endividamento, e muito, aconteceu o desenvolvimento por sua vez há muito tempo que está em desaceleração.
E não se pode mesmo escamotear o facto de nos executivos dos últimos 10 anos o crescimento da divida pública autárquica ter tido um aumento imensamente superior quer ao crescimento, em altura, quer ao desenvolvimento que não aconteceu.
Este executivo não criou riqueza, como o comprova o estado geral do tecido empresarial local, ao contrário do que prometeu e, o aparelho produtivo concelhio tem continuado a fragilizar-se como o provam a grave crise da agricultura do comércio e da industria e o défice assustador das nossas contas autárquicas.
As razões do descontentamento
De facto “O ESTADO DAS COISAS” é inseparável da análise da realidade e do pulsar da vida social e económica do concelho
E pensamos que o executivo não se pode alhear das razões de fundo deste descontentamento e desencanto que atravessa vários sectores da sociedade bombarralense e em particular o tecido empresarial.
Quais as razões que levam hoje, vários trabalhadores e departamentos da Câmara Municipal a manifestações inequívocas de descontentamento e boicote ao trabalho desenvolvido e a desenvolver quando no princípio a promessa eleitoral era a modernização e simplificação administrativa e a melhoria da qualidade dos serviços.
Que razões tinham e têm os bombarralenses em geral para estar descontentes com este executivo que se preocupa mais com o auto elogio do que com a qualidade de vida e com a efectividade de desenvolver políticas que promovam o tecido empresarial e incentivem a criação privada de empregos justamente remunerados para além de aumentar o quadro camarário para 184 funcionários .
Não dramatizamos toda a política de gestão do executivo. Mas em relação às grandes causas concelhias este executivo escolheu conscientemente e normalmente o caminho errado.
Não respeitou na prática as ideias, “para além das deles”, e não promoveu e desenvolveu o concelho, onde está a tão falada aposta na dinamização do comércio tradicional, a implementação do plano URBCOM, o Gabinete de Apoio aos Empresários, o apoio e fomento do Turismo de Habitação e Rural ?
E o mesmo podemos dizer em relação às promessas feitas à juventude, onde está a criação da Casa da Juventude do Bombarral, a construção da Escola Básica Integrada, a ampliação e modernização da Escola Secundária (agora também prometida pelo estado) , a criação da Quinta Pedagógica, a instalação da Escola Profissional, a construção do Centro e Artes e Profissões Tradicionais do Oeste, a construção de novas escolas e a modernização dos equipamentos escolares. Estas são paixões bolorentas na aposta da educação e da juventude mas, a realidade é a da falta de saídas profissionais.
Também antes dos actos eleitorais o executivo não se cansou de afirmar que a aposta no ambiente era número um da sua Gestão.
Seria pois legítimo esperar que nestes dez anos tivéssemos assistido a grandes mudanças na política ambiental com a criação dos prometidos espaços verdes, a manutenção e limpeza dos pouquíssimos existentes, a limpeza do concelho, a lavagem e desinfecção frequente dos contentores, a limpeza e recuperação das margens do Rio Real e a criação de corredores verdes e a ampliação dos cemitérios-
Mas, também, não foi isso o que aconteceu.
O CDS- Partido Popular não quer instrumentalizar os problemas do concelho só como arma de arremesso político e não procura retirar só dividendos partidários da desgraça em que se encontra o concelho e que afecta os bombarralenses e as suas famílias.
O CDS- Partido Popular, hoje como no passado, apresenta propostas e soluções e tenta impulsionar medidas que se traduzam em avanços significativos para o desenvolvimento do concelho do Bombarral
É uma realidade que as várias medidas que propomos, têm investimento para a Câmara Municipal, mas também geram receitas suficientes para fazer face ás despesas e traduzem formas de desenvolvimento e de criação de riqueza para a população local e para o tecido empresarial .
Quem tem duvidas de que o arranjo, limpeza e a recuperação urgente da área envolvente das Grutas do Vale do Roto com uma significativa promoção no exterior serão uma forte fonte de rendimento autárquico e uma forte fonte de criação de riqueza da população limítrofe ?
Quem tem duvidas que a abertura mesmo que com as condições mínimas para funcionamento do parque de campismo do Picoto se traduzirá com uma gestão rigorosa numa forte fonte de receita autárquica e da população local ?
Quem tem duvidas que a recuperação e limpeza do património histórico e arquitectónico do concelho e a criação de condições de visita a locais como o Castro da Columbeira, a Ermida de São Brás, o Solar dos Mellos e Castro, a Capela de São Lourenço, a Capela do Santíssimo Sacramento, a Ermida de Nossa Senhora do Socorro, o Palácio Gorjão, o Teatro Eduardo Brasão, a Torre Medieval do Carvalhal, o Santuário do Senhor Jesus do Carvalhal, a Igreja de S. Pedro de Finisterra, a Quinta dos Loridos, a Ponte Medieval do Pó, o antigo Palácio dos Henriques, a Igreja de Nossa Senhora da Purificação, a Mata Municipal e o Jardim Municipal do Bombarral, a Serra da Columbeira, a Serra do Picoto e Vale do Roto, o Chafariz de São Mamede e outros monumentos, são uma forma de gerênciar receitas para a autarquia e promover trabalho e riqueza para as populações locais.
Quem tem duvidas, e a exemplo do que acontece noutros concelhos, que a recriação anual da Batalha da Roliça, em 17 de Agosto, é uma forma da autarquia promover o concelho a freguesia e o património para criar receitas e meios de desenvolvimento económico para a população local.
Quem tem duvidas que, se as verbas orçamentadas para o turismo não se esgotassem todas só e unicamente no Festival do Vinho e fossem repartidas também por outras organizações, não permitiria aumentar o fluxo de visitantes ao concelho aumentando assim as receitas e o crescimento económico.
E aqui peço-vos um pequeno exercício matemático : o concelho do Bombarral tem cerca de 14.000 habitantes, vocês acreditam que segundo as contas da organização o Festival do Vinho é visitado diariamente por 13.333 visitantes ?
Quem tem duvidas que, a criação e divulgação de um roteiro gastronómico com os 29 restaurantes instalados no concelho, e com o alojamento existente, não é uma forma de divulgar a gastronomia regional e apoiar o tecido empresarial e criar fontes de riqueza para a população local.
Mas mais do que uma política sem decisões sem promoção, sem desenvolvimento e sem criação de riqueza para a população local, estes 10 anos ficam marcados pelas zangas dos vereadores da maioria, pela dança de cadeiras, pelas hesitações, pela indefinição estratégica e pela ausência de medidas capazes de combater com eficácia os grandes problemas sociais e económicos que afectam o concelho do Bombarral.
Se um dos partidos da oposição, logo em 2002, em vez de alinhar na demagogia da gestão do executivo, tivesse apoiado a restante oposição e tivesse posto como condição para aceitar pelouros a de todos os vereadores terem pelouros para trabalhar ou então deixar o executivo sozinho por certo hoje muitas das situações não tinham acontecido e deveríamos estar a aprovar o orçamento para 2004, não estando na caricata situação de a Assembleia Municipal não ter aprovado ainda o orçamento de 2003.
Situação que, convém referir, por todos os motivos interessa ao executivo, pois tendo em falta o orçamento de 2003, apresenta este facto como desculpa para o não investimento, para a não realização de obras e para o não pagamento a fornecedores e vai governando com alterações financeiras apoiadas e aprovados pelo outro partido responsável pela gestão autárquica.
Mais promessas do que realizações
E falando da área institucional, onde se incluem sectores como o da Segurança, da Solidariedade e da Saúde melhor do que tudo o que se possa dizer acerca da política do executivo temos os factos que falam por si, como alguns que têm sido noticiados recentemente caso do Centro de Atendimento Permanente do Centro de Saúde que encerra as suas portas ás 20.00 horas, tendo os utentes que recorrer a soluções fora do concelho e o diz que não disse sobre a mudança de local para instalar e construir o novo Quartel dos Bombeiros Voluntários.
A realidade é que ao fim de 10 anos de muitas promessas, não vimos: os novos postos médicos prometidos para a freguesia do Carvalhal e da Roliça, o apoio a novos centros de dia para idosos nas freguesias, o clube de emprego, nem vimos a prometida revitalização da linha ferroviária do oeste nem a criação de condições para a melhoria da segurança e policiamento do concelho.
Nada vimos fazer pelo tão badalado atendimento personalizado por parte da câmara, pelo combate á burocracia e pela criação da linha telefónica de atendimento permanente e, onde está o tão famoso gabinete, e quem o dirige, de contacto permanente com o governo para obter apoios ao desenvolvimento da industria e da agricultura local.
Se hoje vimos a público denunciar a falta de estratégia para divulgar as potencialidades do concelho e o alheamento e desinteresse constante revelado pelo executivo para ter a humildade de procurar e, em conjunto com toda a oposição, na Câmara e na Assembleia encontrar soluções que permitam um real desenvolvimento económico do concelho do Bombarral e da sua população. Vimo-lo porque ao longo destes 10 anos, não fomos entrave de nenhuma forma á gestão praticada, até porque nunca tivemos poder para isso, fomos isso sim, sempre, uma voz critica que ao longo dos anos alertou, afirmou e garantiu que esta gestão só poderia levar a este estado calamitoso de endividamento e estagnamento em que se encontra o Concelho do Bombarral.
O executivo fala da transparência da contenção das despesas, do combate ás horas extraordinárias, mas não vai negar o que é evidente – se para o apoio ás colectividades e outras instituições do concelho não há horas extraordinárias, porque não há dinheiro, já o mesmo não se pode dizer em relação ao Festival do Vinho e outras situações de promoção pessoal de interesse que diríamos quase partidário, nem vai negar perante os bombarralenses que atingiu esta situação e deixou acumular dividas por falta de vontade política para criar as condições mínimas á aprovação das contas e do orçamento para o ano 2003.
O executivo fala do combate à despesa descontrolada. Mas quando se fala deste combate ou de outros, o que é preciso não são palavras, são acções que ponham tudo à vista e que apurem responsabilidades sem medos partidários nem zonas proibidas.
E, tal como à mulher de César, é essencial não apenas ser como parecê-lo.
Desde que tomou posse o executivo aumentou em 37% o quadro de pessoal que existia na autarquia, com nomeações de pessoal para gabinetes, contratados e grupos de trabalho.
Não será a isto que se chama nepotismo e clientelismo?
Passados quase 11 anos já é claro quanto valeram as promessas eleitorais do executivo.
Fazendo uma avaliação global, ao longo destes anos, foram mais as vozes do que as nozes; foi mais a propaganda do que a acção; foram mais as promessas do que as realizações.
Não ao falso diálogo
O responsável máximo do executivo garante a pés juntos que o Bombarral não é uma república das bananas. Mas concordará que há comportamentos de membros do seu executivo e políticas que, ao fim destes anos, o fazem crer... o Bombarral não é uma república das bananas, mas com o processo irresponsável como têm sido conduzidas as finanças da autarquia, com a falta de um plano estratégico de desenvolvimento, com as indefinições constantes para a resolução dos problemas prementes, com a forma como são desaproveitados os fundos comunitários e da forma como não são criadas oportunidades de investimento o Bombarral será o último dos concelhos em termos de centro de decisão, e ficará nas mãos dos concelhos vizinhos o domínio público da promoção das potencialidades da Região Oeste o que irá garantir e impedir o desenvolvimento económico e a instalação de novo tecido empresarial no Bombarral que permita a criação de novos empregos e assim mais riqueza social e empresarial.
O Bombarral não será de facto uma república das bananas, mas a verdade é que o executivo não tomou e teima em não tomar medidas efectivas de promoção na área do turismo, do desenvolvimento rural, da solidariedade social, da qualidade de vida e ambiental .
E renovo aqui o desafio ao responsável máximo pelo executivo, mesmo em fim de, pensamos nós, abandonar a vida autárquica, para que, por exemplo, apoie e execute as propostas que o CDS- Partido Popular tem apresentado e vai apresentar e algumas das que aqui hoje trouxemos, e passe o resto do seu mandato a avançar para um futuro de progresso, de paz e de concórdia.
Por isso lhe propomos realizações concretas e exequíveis.
Ganhariam os bombarralenses e ganharia o concelho.
Porque espera ?
O dinamismo e a capacidade de acção que fazem parte da nossa maneira de ser, são partes integrantes do temperamento e do nosso interesse pelos problemas locais . Esta é a nossa obrigação no entanto outros não poderão dizer e fazer o mesmo.
O Bombarral não precisa de arrogância, de imposições ou de falsos diálogos.
O Bombarral não precisa do poder absoluto. Precisa sim de promover o desenvolvimento em bases sólidas, com justiça social e defesa dos interesses da sua população .
O Bombarral precisa mais do que nunca, não da continuação do essencial da política destes últimos executivos de má memória mesmo que disfarçada de sorrisos ou de retórica social, não de uma política assente nos dogmas neoliberais, mas sim de uma efectiva política democrata cristã, e de uma viragem rumo ao desenvolvimento.
E estes 10 anos de gestão são a prova cabal de que essa viragem só será possível com o CDS - Partido Popular e com o reforço do seu peso na Câmara Municipal na Assembleia Municipal e nas Juntas de Freguesia.
É nesse sentido e com esse objectivo que nos apresentamos hoje e apresentaremos em 2005 aos bombarralenses.
E, contrariamente a outros, sem receio de que nos acusem de termos faltado aos compromissos eleitorais.
E sem necessidade de escondermos o que fizemos durante os 13 anos em que gerimos a Câmara Municipal e de nos refugiarmos nas promessas vãs do que vamos fazer.
Estamos presentes e para cada critica apresentamos propostas e temos soluções.
Somos a mudança em movimento e o Bombarral é o nosso objectivo.
Obrigado por nos escutarem e por transmitirem a nossa opinião